Un corps humain est lá quand, entre voyiant et visible, entre touchant et touché,entre un oeil et l’autre, entre la main et la main se fait une sorte de recroisement, quand s’allume l’étincelle du sentant-sensible, quand prend ce feu qui ne cessera pas de brûler, jusq’á ce que tel accident du corps défasse ce que nul accident n’aurait suffi à faire. Merleau-Ponty
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A Consciência humana está muito em falta
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Perspectivas I

quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Subúrbios



terça-feira, 25 de agosto de 2009
A Sapiência das crianças

quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Utopia

Por instantes abstraí-me do mundo,
Imaginei um lugar onde seria feliz, onde não haveria pressa nem atrasados, posse nem possuidos, injustiça nem injustiçados...
Procuro esse lugar,
procuro ouvir a sua música... mas está silencioso,
procuro ver a sua arte... mas está escuro,
procuro tocar a sua plenitude... mas está proibido.
A História diz que mordaças e prisões nunca duram para sempre logo estou quase a encontrá-lo... mesmo quase.
Fotografia e Texto: Carlos Muralhas